Reforma da previdência trará muitas mudanças para trabalhadores

A emenda traz inúmeras mudanças nos benefícios do Instituto Nacional de Seguridade Social, do INSS. Especialmente quando se trata de aposentadoria. Uma das mudanças mais impactantes é sobre a aposentadoria do tempo de contribuição que deixará de existir.

E com tantas mudanças e novas exigências, é normal que os tomadores de seguros se sintam confusos e perdidos porque a grande maioria não sabe o que vai acontecer a partir de agora. A maior preocupação é para aqueles que estão (ou estavam) prestes a se aposentar.

Para compreender plenamente a Reforma das Pensões de 2019, criamos este guia completo. Aqui você pode encontrar em um lugar todas as principais mudanças feitas e que muda a partir de agora.

MULHER: 62 anos + 15 anos de tempo de contribuição

HOMEM: 65 anos + 20 anos de tempo de contribuição

Os professores serão obrigados a pagar 25 anos de contribuição e 57 anos de idade se do sexo feminino ou 60 anos de idade, se o sexo masculino.

Quem fica de fora da reforma

As mudanças na PEC 06 ocorrerão na Previdência Social tanto para os trabalhadores do setor privado quanto para o setor público federal. Por enquanto, servidores públicos militares, municipais e estaduais não estão incluídos no texto aprovado pelo Congresso – e serão contemplados através da PEC paralela que começará a passar na Câmara, especificamente voltada para a aposentadoria desses trabalhadores.

O texto inicial propôs a criação de um sistema de capitalização, no qual o trabalhador economizaria para sua própria aposentadoria, diferente do que é praticado hoje, no qual o sistema é “obrigatório, contributivo e solidário” – que acabou não sendo aceito, pois a tabela INSS 2020 por em quanto continua a mesma contribuição aos trabalhadores.

Além disso, na versão apresentada pelo governo, pessoas com mais de 60 anos e de baixa renda receberiam inicialmente US$ 400 em vez de um salário mínimo. Haveria também uma mudança na reforma rural, no tempo mínimo de contribuição – que seria o mesmo para homens e mulheres (20 anos) – e no período de 40 anos em que as mulheres contribuiriam para o direito de se aposentar com 100% do valor da pensão. benefício, entre outras medidas.

Previdência para militares

Um dos pontos polêmicos foi a chamada “sobretaxa de representação”, que privilegedia oficiais e deixou o resto das forças armadas. Em 15 de outubro, durante uma audiência pública no Congresso, entidades representativas das praças e do funcionário de baixo escalão também lamentaram a concessão de adições mais substanciais àqueles que progrediram em seus estudos, então muita coisa vai permanecer igual como Pagar INSS dona de casa 2020 continuará com os mesmo direitos as trabalhadores, apenas mudará o tempo de contribuição.

“A meritocracia só tem para as pessoas de alto comando? Para o soldado, o cabo e o sargento na fronteira, que estão patrulhando, não têm meritocracia? “Reclamou o vice-presidente da Associação das Forças Armadas das Forças Armadas do Estado de São Paulo, Vanderley Gonçalves.

A falta de diálogo é outro fator de insatisfação. “Hoje, ao contrário de 20, 30, 40 anos atrás, sargentos, suboficiais, os cabos pensam.

Eles têm uma postura, estudaram”, observou Márcio Carvalho, presidente da Federação Nacional dos Graduados Inativos das Forças Armadas, antes de concluir:” É para isso que eu chamar a atenção: o mundo em que vivemos é aquele em que todos se sentam para conversar, não se encaixam mais a imposição de idéias “.

Votação aprova a reforma da previdencia

O Senado Federal concluiu nesta quarta-feira (23) a votação da reforma da Previdência Social. Depois de passar por duas voltas na Câmara dos Deputados, os senadores aprovaram o texto base e seus destaques.

A votação ocorreu em duas rodadas no plenário do Senado Federal. Agora, as novas regras entrarão em vigor em uma sessão do Congresso Nacional, que deverá ter lugar em 19 de novembro.

Dos senadores presentes, 60 votaram a favor e 19 contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) entregue ao Congresso Nacional pelo presidente Jair Bolsonaro em fevereiro deste ano.

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